Uma tese da humanidade

sábado, 24 de outubro de 2009

O filho da praça


Comentários fúteis e inigualáveis.
Poesias toscas e austeras.
Mensagens valorosas e imundas.
O paralelismo do universo em curvas de cera.
O cheiro de falsidade em cada textura.
Isto eu chamo de compaixão.

Por:Renato da Silva Carvalho

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